quinta-feira, 31 de maio de 2007

Com o Danúbio aos pés

Poesia automática para viajantes ou para quem deseja.


estar fora de si

noutro lugar

praga, bratislava, bucareste

transilvânia dos pensamentos

vampiros, não suguem mais

a poesia impossível de ser copiada


há um odor de morte naquele canto

necessário um enxerto de vida

o caos

são paulo new york tokio

paris berlim

os rios todos

reno tejo sena danúbio

paraná são francisco

tudo flui, tudo passa

mas um,

tudo que um quer é...

permanecer.

Um comentário:

Paulo Cezar Filho disse...

Alessandro e essa sua mania de levar a gente longe...as vezes me perco - na volta.